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Grepobot

Área de automação

Cultura

Os pontos de cultura limitam quantas cidades você pode ter, e as celebrações que os produzem não são intercambiáveis.

Três celebrações, três moedas diferentes

Um festival da cidade e uma peça de teatro se pagam em recursos. Um desfile triunfal se paga em pontos de batalha que você já ganhou. Não são variações de uma mesma ação — tiram de duas contas diferentes, e só uma delas compete com a sua fila de construção.

Por que costuma preferir o desfile

Os recursos de um festival são recursos que iam para a fila, por isso celebrar afasta todos os outros objetivos dessa cidade. Os pontos de batalha de um desfile não aparecem em lugar nenhum dessa conta, e é a única celebração sem um edifício por trás, por isso até uma cidade jovem pode fazê-lo.

O Grepobot põe um preço a essa diferença em vez de dá-la como certa, e é por isso que se trata de uma disputa e não de uma regra: pontos de batalha gastos num desfile são pontos que não sobem o teto diário de uma aldeia.

Quatro vagas, não uma

Pode acontecer uma celebração de cada tipo ao mesmo tempo. Tratar a fila de celebrações como uma vaga única — a leitura óbvia, e estava errada — significa que uma peça de teatro em curso bloqueia um festival, e se abre mão da maior parte da única moeda que compra uma vaga de cidade.

Para quando a vaga está paga

O saldo que conta são os seus pontos de cultura disponíveis, não o total acumulado que o perfil mostra: esse total continua contando pontos que você já gastou em cidades e em reinícios da academia. Assim que a próxima vaga está coberta, o Grepobot deixa de celebrar — mais cultura não faz avançar nenhum objetivo que ele consiga nomear.

O que não faz

  • Os Jogos Olímpicos não são automatizados. O preço é em ouro e fica fora dos dados que o bot consegue ler, e um número inventado é um número com base no qual o motor gastaria.
  • Fundar a cidade continua sendo um clique seu. O motor trabalha para a vaga e depois guarda a cultura para ela.