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Grepobot

Área de automação

Poderes divinos

O favor se acumula quer você o use quer não, e um poder por lançar é favor jogado fora.

Avaliados em favor, não em recursos

Os poderes não se pagam em madeira e pedra, por isso não são avaliados face à madeira e à pedra. São avaliados face ao favor — o que é escasso —, o que parece um detalhe e não é.

Avaliado ao contrário, um poder que devolvia novecentos de madeira por duzentos de favor ganhava a um que devolvia oitocentos por vinte e cinco: quatro e meio de madeira por favor à frente de trinta e dois, e o árbitro gastando depois a reserva nessa ordem. O denominador é a decisão toda.

Só os poderes cujo retorno consegue avaliar

Há cerca de cento e oitenta poderes e a maioria faz algo a que o motor não consegue atribuir um número. O Grepobot lança o punhado que devolve madeira, pedra ou prata, e deixa o resto para você — ou seja, nada ofensivo, nada apontado a outro jogador e nada cujo efeito seja uma porcentagem durante algum tempo.

Os itens de que você esqueceu

Os itens do inventário que você recolheu e nunca usou são gastos com a mesma avaliação. Um bot que só lança poderes ignora uma pilha de recursos utilizáveis parada numa caixa.

O destino é decidido, não assumido por padrão: o item vai para a cidade onde mais dele chega de fato, e uma pilha de três são três decisões separadas em três passagens, e não três recompensas pagas contra espaço para uma.

O que não faz

  • Não escolhe o seu deus. É uma decisão sobre todo o futuro militar da sua conta, e o motor só consegue avaliar bem os poderes de um deus — se o deixassem escolher, escolheria sempre esse. Nunca muda um deus que você já tenha.
  • Os reforços temporários ficam na caixa. Uma taxa melhor durante um dia não é algo que o motor consiga valorizar, e gastar um item limitado num momento arbitrário para o avaliar a zero é pior do que deixá-lo onde está.